quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Aprovado: O Dia do Orgulho Heterossexual - Vereadores do PT votaram contra o Bem da Família.

A Câmara de São Paulo aprovou nesta terça-feira projeto de lei do vereador Carlos Apolinario (DEM) que cria o Dia do Orgulho Heterossexual, a ser comemorado no terceiro domingo de dezembro.


Segundo Apolinario, que é ligado a igrejas evangélicas, a data tem o objetivo de "conscientizar e estimular a população a resguardar a moral e os bons costumes".


Apolinario apresentou o projeto em 2005, mas, desde então, só havia conseguido aprová-lo em primeira votação, em 2007. Ele voltou a tentar a aprovação antes da Parada Gay deste ano, em junho, mas não conseguiu.


Para que a data entre no calendário oficial do município é preciso que ela seja sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD).


A votação foi simbólica, ou seja, quem fosse contrário teria que se manifestar. Dos 50 vereadores que registraram presença, 19 ficaram contra.




Pode-se ver que a corja do PT voltou contra.


Fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), o antropólogo Luiz Mott chamou de "aberração" o projeto de lei 294/2005, de autoria do vereador Carlos Apolinário (DEM), que institui no município, o "Dia do Orgulho Heterossexual".


Na opinião de Mott, "não faz sentido comemorar um dia de quem é celebrado e domina todos os demais dias do ano".


- Vivemos numa sociedade heteronormativa e que, nas últimas semanas, tem se revelado "heterrorsexual", na medida em que até pai e filho, confundidos com gays, foram vítimas de grave violência física. Em 365 dias por ano, a heterossexualidade é cantada em prosa e verso na televião, nos púlpitos, nas propagandas, nas igrejas. Então, nada mais justo que as minorias tenham ao menos um dia no ano para falar de sua exclusão. O Dia do Índio, o Dia da Mulher, o Dia dos Homossexuais, o Dia dos Idosos.


O fundador do GGB interpreta o projeto de Carlos Apolinário como uma "afronta a todos aqueles que são oprimidos exatamente por essa ideologia machista, 'heterrorsexista', heteronormativa".


- Lastimo profundamente a omissão dos vereadores do PSDB, partido que tem em sua história um presidente da República, o FHC (Fernando Henrique Cardoso), o primeiro presidente a falar publicamente a palavra homossexual e a defender, em 2002, a união de pessoas do mesmo sexo. Eu parabenizo o Partido dos Trabalhadores, na Câmara dos Vereadores, cujos parlamentares votaram, por unanimidade, contra o projeto, o que não limpa a barra da presidente Dilma (Rousseff), que vetou o kit anti-homofobia escolar. Considero o gesto mais homofóbico de um presidente da República na história do Brasil.


O antropólogo destaca que "será um ato de homofobia institucional", caso o projeto seja sancionado pelo prefeito.


- Isso é absolutamente inaceitável, numa cidade que tem uma parada (do orgulho homossexual) de quatro milhões de habitantes, a maior do mundo, e que tem algumas instituições governamentais, em nível estadual e municipal, como Centro de Referência da Diversidade Sexual, cujo trabalho feito durante anos será prejudicado por esse pseudo-orgulho heterossexual. Há toda uma mobilização do movimento LGBT, enviando cartas, e-mails, abaixo-assinados para que o Kassab não aprove esse projeto. Ele vai se queimar ainda mais. O projeto, estimula, de certa forma, um reforço do que de pior existe no masculino, que é a truculência, a intolerância contra a delicadeza, o afeto entre pessoas do mesmo sexo, inclusive, entre pais e filhos, como aconteceu recentemente.


Ele defende que essas conquistas "sejam reforçadas através de uma política pública que garanta segurança dos gays, lésbicas, travestis e que transmitam, por meio de educação sexual, sentimentos de tolerância face a esta população".


- O Brasil continua sendo campeão mundial de assassinato de homossexuais. Foram 260 em 2010, 134 até julho de 2011, o que dá uma média de um assassinato a cada 36 horas.



Olhe o vitimismo barato do Luiz Mott. Ele fala em uma sociedade heteronormativa. Primeiramente vivemos ou viviamos pelo menos em uma socidade predominatemente heterossexual, mais de 90% da população é heterossexual e claro que sendo uma grande maioria, ela vai prevalecer o costume da maioria. O gosto da maioria é mais difundido. Não significa uma imposição, mas uma maior aceitação pelas pessoas. O que os gays desejam é que se divulgue, uma maior valorização do seu modo de vida e costumes sobre a maioria.


Sinto muito, mas a minoria não tem de impor seu modo de vida e seu gosto a maioria. Os gays tem até uma maior exposição na midia e ainda acham ruim, talvez querem ter a programação toda na certa. A maioria não se submete seu gosto a minoria, mas o contrário.


Mas o que vemos hoje é a super valorização dos valores gays, se difundiu demais os homens serem mais efeminados, serem mais coloridos, dando uma imagem negativa do homem viril. Se falam em baladas gays, o unisex, se perdeu os valores heterossexuais. As palavras de Luiz Mott não correspondem a realidade.


Luiz Mott fala em homofobia, mas qual é a homofobia? Para os homossexuais, qualquer coisa que eles não gostam é homofobia. Uma palavra que eles usam para se vitimizar e calar a oposição. Aonde está a discriminação, os gays vão ser humilhados ou vão ter menos direitos?

O senhor Luiz Mott tanto fala do assassinato de gays, mas o problema da violência no Brasil é alta. Brasil tem em média 137 assassinatos por dia. Isso supera e muito os crimes contra homossexuais. mas ele tenta fazer passar como se fossem vitimas de crime de ódio. mas isso tem de ser verificado, os gays estão sujeitos a roubos e assassinatos como qualquer pessoa. O Brasil tem um grave problema de segurança pública, mas o sr Luiz Mott quer tratar os gays como uma classe especial, eles devem ser protegidos, não importa se mais de 3 mil brasileiros morrem por dia, o que importa são os gays mortos. A segurança pública dos gays está em primeiro lugar.


E vou dizer mais os heterossexuais e não os homossexuais que tem de ter orgulho. Acho vergonhoso dois homens ou duas mulheres se relaiconando, eu teria muita vergonha disso. Acho degradante e anormal a relação com o mesmo sexo. A sociedade tem de promover os valores viris, não tão valorizados na sociedade do happy rock e dos emos, que tornam o homem mais fraco, sem sua força de vontade.
Fonte via:
 

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