segunda-feira, 29 de outubro de 2012

HADDAD FOI ELEITO. E AGORA?









Calendar outubro 28, 2012 | Posted by pfontes




Nas últimas semanas, por meio de cinco posts, eu dei algumas razões pelas quais eu não votaria em Haddad para prefeito de São Paulo. E não votei. Mas Haddad foi eleito. E agora?
Agora, eu preciso reconhecer que estou debaixo da obrigação de colocar Haddad em minha agenda de oração, pelo que diz a seguinte determinação apostólica
“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2.1 – 40)
Portanto, eu serei um intercessor do governo Haddad diante do trono da graça de Deus. Até porque este é um caminho indicado pela Escritura para que “vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito”.
Em segundo lugar, eu preciso me submeter ao governo Haddad tributando ao prefeito a honra e o respeito que lhe dá direito o cargo que ocupa. Eu preciso continuar vivendo na cidade de São Paulo de maneira ordeira e justa, como tenho feito ao longo dos anos que resido aqui. Eu preciso continuar recolhendo fielmente os impostos e as taxas requeridas pela prefeitura. E eu farei isto debaixo da convicção de que toda autoridade procede de Deus e de que Haddad a exercerá por delegação do próprio Deus, conforme ensina Romanos 13.1 – 7.
Em terceiro lugar continuarei me esforçando para pregar fielmente o evangelho de Cristo em São Paulo. Procurarei fazer isto com toda sabedoria e paciência. Todavia, eu o farei mesmo que a mensagem do evangelho não seja palatável e escandalize a muitos. E aí de mim se não o fizer, pois é isto que Deus me manda fazer, conforme a seguinte ordem:
“prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2 Timóteo 4.2 – 4)
Além disso, eu continuarei trabalhando pelo fortalecimento do casamento e da família. Estou convencido de que casamentos fortes e famílias bem estruturadas nos moldes dos princípios judaico-cristãos são fatores essenciais para uma sociedade paulistana melhor. Casamentos fortes e famílias bem estruturadas são contribuições inestimáveis que podemos dar ao governo de Haddad, ainda que seu partido não reconheça isto. Eu creio, por exemplo, que os adolescentes delinquentes com os quais o estado tem que lidar, por meio de programas sociais como a Fundação Casa (antiga FEBEM) são também parte do legado deixado pelo processo de desconstrução do pensamento (logos) e dos valores (ethos) cristãos, o qual procurei denunciar aqui.
Embora, quando trabalhamos pela preservação do pensamento (logos) e dos valores (ethos) cristãos em nossa sociedade sejamos taxados de moralistas, estamos convencidos de que, por meio deste legado judaico-cristão, estaremos oferecendo às futuras gerações um capital moral valioso que muitos não reconhecem e querem dilapidar. E, por meio desta tradição judaico-cristã, devemos continuar mantendo nossos filhos distantes das drogas, do sexo ilícito, do crime e de outros tipos nefastos de corrupção. E, deste modo, daremos grande colaboração ao governo de Haddad para o bem de nossa cidade e para a glória de Deus.
Finalmente, eu continuarei usando a liberdade de expressão e culto, que ainda nos são garantidas pela Constituição do país, para proclamar a verdade revelada por Deus na Escritura e para denunciar o pecado. E, se o projeto petista de um estado totalitário e anticristão tiver êxito, a minha oração é para que Deus nos dê a sua graça a fim de que continuemos fiéis e descubramos a alegria e o privilégio de sofrer por Cristo.
Rev. Paulo Ribeiro Fontes

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